terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Design1o1Redux - Week 4

Insta: olhosdelimao

I need to organize my time ^.^

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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Design1o1Redux - Week 3

Because time flies ^.^

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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Design1o1Redux - Week 2

Rethink myself

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Não faz sentido

Vamos reclamar, e reclamar e reclamar... afinal é só isso que sabemos fazer.
Mas não se esqueça de que a reclamação não deve levar a lugar algum, não pode estar aberta a reflexão, e o mais importante: tem que reclamar do que os outros estão fazendo, mas não se deve fazer nada.
Comparar causas, tragédias, a vida dos outros... isso leva ao que especificamente?
Não seria mais interessante se abrir a discussão, debater pontos de vista, oferecer argumentos sólidos, ao invés de dizer que uma causa é mais importante que a outra sem nem saber o porque?
Um aglomerado de intolerantes, de senhorxs da verdade, presos em um mundo de ódio, espalhando ódio para todas as direções. E esses intolerantes não são apenas os suicidas que explodem bombas em seus corpos, são também aqueles que ficam bradando pros quatro cantos como os outros estão errado, eles nunca erram. Eles tem medo de se serem julgados e julgam os outros. Se eles não podem fazer algo às claras, então o outro também não pode, mesmo que essa proibição seja pautada em crenças que não são compartilhadas por todos.
O país é laico, mas há muita dificuldade nas pessoas entenderem o que isso quer dizer. Eu posso ter minha religião, mas isso não me dá o direito de impô-la ao outro, principalmente em leis.
Somos livres, ao menos em tese, de escolher uma causa... mas parece que as pessoas não entendem isso, querem lhe impor aquilo que elas acham certo. Nem sempre, por você apoiar uma causa você deixa de apoiar outra. Porque reclamar que as pessoas colocaram a bandeira da França no perfil, se é mais prático alterar a sua foto em apoio a Mariana? Mas reclamam daqueles que mudaram a foto, mas não mudam as suas.

sábado, 7 de novembro de 2015

Design1o1Redux - Week 01

Week 01 assignment - My body

That's the begin of the journey... let's redisign ourself!

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sábado, 5 de setembro de 2015

Pequenas mentiras



Amor não é prisão, a insegurança e a posse mostram que há algo errado no relacionamento.
A necessidade de se omitir ou mentir sobre algo informa ao outro que não se confia nele, ou que teme que o outro não confie em seus atos. Mas de onde surge esse temor?
Relacionamentos são pautados na confiança mútua, e a quebra da confiança deixa feriadas que podem ou não cicatrizar. Para que cicatrize é necessário limpar as feridas, tratar delas e fazer os curativos necessários. Abafar a ferida pode fazer com que ela apenas cresça, e quando menos se espera que ela reabra.
Nesse contextos podem surgir pequenas mentiras com a intenção de não mexer nessas feridas... mas essas mentiras crescem. O outro pode nunca ficar sabendo que elas existem, mas também podem fingir que não as vê.
Em uma relação amorosa, uma conversa pode ser uma traição ainda maior do que uma relação sexual, se um encobre isso do outro. Afinal, porque omitir ou até mentir que se comunica com uma outra pessoa, se não há nada acontecendo? Onde esta a maturidade da relação? Onde esta a confiança? Se é preciso mentir, não se esta fingindo uma intimidade inexistente?
Relacionamentos precisam ser alimentados, mas é importante saber o que se alimenta. Você sempre irá redescobrir quem se é ao se relacionar com o outro, mas também perceberá que há coisas que você tem que pensar muito bem se você esta mudando por você ou para agradar o outro e deixando ser você.
Não há uma formula certa ou errada. Mas quando é necessário mentir para manter um relacionamento, é preciso refletir até que ponto você conseguiria manter essa mentira, e o quão saudável isso seria. Mentiras crescem, geralmente além do seu controle,

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Dúvidas

Nem sempre se sabe o que se quer ou se tem plena ciência daquilo que se deseja repelir.
A momentos em que aquilo que mais de deseja afastar é aquilo que mais se deseja ter por perto.
Razão e emoção andam de mãos dadas, mesmo quando se crê que cada uma dita um percurso.
Todo pensamento racional esta imerso em emoções. E toda emoção tem sua razão.
Saber lidar com um equilíbrio daquilo que será benéfico para a manutenção da saúde e bem-estar implica em utilizar o que seu corpo e mente diz a seu favor de forma madura e coerente.
Ser coerente exige um exercício constante, pois a cada momento as circunstâncias mudam, você muda, tudo muda e é preciso saber o que em você permanece o mesmo.
Muitas vezes, queremos mostrar ser algo que não somos, ou pior que acreditamos ser mas não somos, e perdemos a coerência de nossas atitudes.
A maturidade permite que você perceba o que tem que melhorar e o que deve abandonar... mas não é tão fácil amadurecer. Existem pessoas que morreram imaturas.
Fica mais fácil saber o que queremos manter e abandonar quando se tem objetivos claros. Mas se se esta confuso, como ter clareza desses objetivos? Como saber se você os criou a partir de um desejo seu ou do outro? Como ter certeza de que aquele é o melhor percurso a se seguir?
No final das contas, não há certezas, há mais questões a serem feitas. E quão melhor a sua questão, mais fácil encontrar uma resposta.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Muitas ideias, e poucas palavras.

Olhou para a tela branca e pensou em mil coisas, mas nada do qual gostaria de escrever.
Pensou no sistema que engana, ilude e aturdia seus membros para não saírem dele.
Pensou o qual as pessoas desrespeitam umas as outras, e se esquecem de olhar no espelho.
Pessoas pregam coisas que não cumprem e denigrem quem com elas não concordam.
Desejou parar de pensar. Muitas e ideias, e poucas palavras.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Fofoca

E mais um buchicho surgia no horizonte, com quem será que ele estava transando agora?
Será que a esposa dele sabe? Será que ele faz isso no trabalho? Será que...
Entram tantos será, tantas pessoas envolvidas, que cada hora que história era contada um personagem novo surgia.
A fofoca se espalhava cada vez mais, e se havia alguma verdade ninguém sabia, mas todos falavam. E era no ambiente de trabalho que mais atrapalhava. Se era um bom profissional, não era o que interessava. O que realmente interessava eram com quem ele estava saindo, com quantas se deitou (ou só transou). Sua vida sexual era o assunto até de reunião de pauta da diretoria.
Naquele local, esse tipo de discussão era comum. Até que era virgem já tinha se relacionado com mais de mil. E o trabalho ia se acumulando, pois discutir a vida sexual das pessoas era mais interessante do que fazer as coisas funcionarem, e quem não participava era dessas pessoas que falavam.
E assim se foi mais um dia de trabalho...

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Dor


A dor era constante e ela não sabia mais o que fazer.
Os médicos não ofereciam um diagnóstico preciso, e idas e vindas às consultas eram constantes.
Um exame aqui, outro ali. Nenhum deles chegava a conclusão algumas. Assim se foi uma ano, dois, três, mais de uma década se passou.
Quando ela reclamava, os outros zombavam, diziam que ela reclamava demais. A dor passou a ser sua companheira, já não reclamava, às vezes era como se não a sentisse, mas ela ainda estava lá. Havia dias que ela preferia ficar sozinha, pois não conseguia fingir que tudo estava bem. Nisso ela foi se afastando cada vez mais, só participava de eventos em que ela era obrigada a ir, passou a trabalhar online para não precisar sair, não tinha mais amigos com quem compartir.
Viveu uma vida imersa na dor. Ninguém percebeu quando ela desapareceu, passaram-se dias até a entrarem deitada na cama com agulhas de morfina ao seu redor, com um sorriso que em sua face ranzinza cavada pelo cansaço.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Atrasado


Corre, corre, o relógio tocou.
Salta logo, a cama mandou.
Entra, entra, o chuveiro gritou.
Sai, sai, a água falou.
Ponha-me, a roupa sussurrou.
Ande, ande, o sapato, alardeou.
Não há mais tempo, a mente lembrou.
Assim começou o dia de Daniel.
Nem comer comeu, pois atrasado estava.
Estava atrasado por esperar que o mundo ao seu redor girasse.
Que seus desejos e ordens bastassem para viver o dia-a-dia.
Mas não bastavam, precisava crescer.
Precisava entender que haviam regras a serem cumpridas.
E existiam regras a serem quebradas.
Havia um mundo ao seu redor que não dependia de sua existência.
Havia um mundo de desejos e sonhos que não eram deles.
Alguns já haviam percebidos que estavam atrasados.
Outros ainda sonhavam com sua grandeza.
Pressionavam o soneca a cada vez que o relógio tocava.
Alguns acordavam e voltavam a dormir.
Daniel ainda estava em dúvida se queria enfrentar aquela realidade.
Mas outros que também haviam acordado o acolheram.
E agora Daniel dormia de tempos em tempos, mas apenas cochilos rápidos.
Não queria se perder no sonho, por mais difícil que a realidade lhe aparecesse.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Mudar



Tocava uma música animada do lado de fora da janela, mas Ana não queria sair de sua casa, queria que aquela música cessasse para que ela pudesse ser absorta por sua melancolia. Não havia acontecido nada a ela, ela estava exposta ao mesmo marasmo e tarefas cotidianas. E era justamente isso que ela queria mudar, mas estava confusa em como conseguir. Já havia tentado mudar de rumos, mas as responsabilidades impostas a faziam voltar a trás. Deveria assumir as rédeas de sua vida, ser livre e assumir outras responsabilidades, que gostaria de poder escolher. Talvez, se a escolha fosse dela, ela escolheria o mesmo marasmo e as mesmas tarefas cotidianas, mas naquele momento ela não sabia disso, pois a escolha não fora dela. Ela assumira desejos de outras pessoas como se fossem dela, mas em seu cerne ela sabia que não desejava aquilo. Mas como quebrar expectativas sem magoar outrem? Essa questão ela não sabia responder, entretanto ela continuava a se machucar para atender a essas expectativas. Suas feridas estavam cada dia mais expostas, e todos fingiam não vê-las. Ela pensara em se matar para que aquela dor passasse, para se libertar daquela prisão de ideias que a agonizavam. Mas ela queria viver, uma vida diferente, e para aqueles que não esperavam isso dela aquilo era loucura. Só que ela nunca esteve tão sã.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

A discussão


Tomas e Raquel começaram a discutir no escritório enquanto havia uma festa na sala. Não estavam preocupados se os outros estavam ouvindo.
A poucos minutos Larissa havia dito despretensiosamente que aquela seria a última festa celebrada na casa, sem saber que Tomas não sabia das intenções de venda de Raquel. 
Eles haviam se separado a seis meses, após uma briga, depois disso só se falavam por videoconferência para que Tomas visse a filha de Raquel que ele havia adotado como se fosse dele, mas não haviam discutido sobre os motivos ou as consequências do ocorrido. Aquela seria a primeira vez em que ambos discutiam seu relacionamento após a separação.
Bate-se a porta, e o silêncio toma conta da sala.Tomas se despede, e a festa continua, como se nada tivesse acontecido. Ambos haviam refeito suas vidas, entretanto ambos queriam voltar a ficar juntos, mas não sabiam como fazer isso.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Navegante



Ela navegava por um mar desconhecido, sem saber em que direção estava o porto mais próximo. Estava totalmente perdida, mas sentia que havia se encontrado. Naquele momento, estava em paz, confiante das batalhas que travou, e segura de que tinha tudo que precisava para obter êxito em sua jornada.
Seu barco não tinha tripulantes, apenas ela no comando. Havia aprendido a racionar seus proventos para longas jornadas. Mantinha plantas em seu barco, e enviava redes ao mar para ter o que comer. Arrumar água para beber era mais complicado em alto mar, mas ela desanilizava a água se preciso fosse.
Não tinha pudores, sabia se portar tanto em um banquete oferecido a reis, como em um oferecido aos porcos. Mas não se sentia adequada vivendo em sociedade, gostava de estar sozinha com suas loucuras e esquisitices. Sonhava acordada, com mundos e personagens completamente diferentes, e estranhamente similares, com sua realidade. Nesses mundos de fantasia se sentia acolhida e respeitada em sua singularidade. Continuava sendo estranha, mas não era estranha para ela.

Projeto 15 minutos de escrita livre

Hoje inicio um projeto no qual irei escrever textos livres durante 15 minutos por dia.
Eles não terão temas, nem estrutura específica.